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Projeto de construção de escolas do governo Eduardo Leite será adotado pelo Ministério da Educação

Desenvolvido pela SOP, o Escola+ alia inovação, sustentabilidade e eficiência em obras de instituições de ensino

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Governador ressaltou que reconhecimento nacional é motivo de orgulho para o Rio Grande do Sul.
Governador ressaltou que reconhecimento nacional é motivo de orgulho para o Rio Grande do Sul - Foto: João Pedro Rodrigues/ Secom
Por Marluci Brock/ASCOM SOP

O governo Eduardo Leite oficializou na quinta-feira (7/8) a autorização de uso do projeto Escola+ ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão vinculado ao Ministério da Educação. Com isso, o modelo desenvolvido pela Secretaria de Obras Públicas (SOP) passa a integrar o portfólio nacional de projetos escolares, ampliando as possibilidades de adoção de soluções modernas e eficientes em todo o país.

A partir de agora, qualquer Estado e município brasileiro pode construir uma escola conforme os parâmetros e conceitos elaborados pelo corpo técnico da SOP. É a primeira vez que um projeto gaúcho passa a integrar o acervo do FNDE.

Solução inovadora criada por gaúchos

O ato, realizado no Palácio Piratini, contou com a presença do governador Eduardo Leite, da secretária de Obras Públicas, Izabel Matte, da secretária da Educação, Raquel Teixeira, da chefe de Gabinete do FNDE, Juliana Miguel, e da assessora Geziene Albernaz.

 “O reconhecimento nacional do projeto Escola+ é motivo de grande orgulho para o Rio Grande do Sul. Agora, ao ser incorporado ao portfólio do FNDE, o Escola+ ganha escala nacional, permitindo que outros Estados também se beneficiem dessa solução inovadora concebida por técnicos gaúchos. É mais um exemplo de como a nossa gestão prioriza a educação, com foco na qualificação estrutural, na eficiência das entregas e no legado que queremos deixar para as futuras gerações”, ressalta Leite.

Na educação, área tratada como prioridade pelo governador Eduardo Leite, o propósito do governo é garantir o futuro do estudante, do professor e da sociedade.

O projeto Escola+

Desenvolvido para atender às demandas específicas do Rio Grande do Sul, o projeto Escola+ reúne soluções arquitetônicas e técnicas adaptadas às condições climáticas, sociais e territoriais do Estado. Agora, com a inclusão no acervo do FNDE, o modelo poderá ser replicado em outras regiões do Brasil, contribuindo para a qualificação da infraestrutura educacional em diversos contextos regionais, promovendo mais agilidade, economia e qualidade na construção de novas unidades escolares.

Com foco em inovação, sustentabilidade e flexibilidade, o Escola+ utiliza construção modular e padronizada, ou seja, os módulos que compõem uma escola são fabricados fora do canteiro de obras e montados no local de implantação. Essa metodologia reduz prazos, minimiza resíduos, diminui os impactos ambientais e possibilita adaptações conforme as características do terreno, sem comprometer a eficiência da execução.

Projeção do projeto Escola+
Com a inclusão do Escola+ no acervo do FNDE, o modelo poderá ser replicado em outras regiões do país - Foto: Divulgação/SOP

Prioridade na educação

“No início desta gestão, o governador Eduardo Leite colocou a educação como prioridade. Para a SOP, coube reformular processos e inovar na gestão para qualificamos a infraestrutura das escolas, mas fomos além. O Escola+ não é apenas um projeto ousado, moderno e lindo, ele é um legado que os nossos servidores entregam para o Rio Grande do Sul”, comentou a secretária Izabel. “Agora, com a autorização de uso do projeto pelo Ministério da Educação, o Brasil também tem a chance de contar com um refinado conceito de arquitetura escolar, concebido aqui, no nosso Estado”, avaliou.

A secretária da Educação, Raquel Teixeira, destacou que “estamos vivendo um momento de celebração. Essa iniciativa é um reconhecimento concreto da capacidade técnica e de inovação do Rio Grande do Sul, que desenvolveu um modelo com soluções inteligentes e sustentáveis que, agora, pode ser multiplicado pelo Brasil inteiro. É a prova de que é possível unir eficiência, beleza e sustentabilidade para a construção de nossas escolas públicas, com um novo jeito de pensar o espaço escolar, sempre mantendo o foco no maior propósito da educação: os professores, os estudantes e a comunidade”, afirmou.

Metodologia BIM

Durante o desenvolvimento do projeto, os técnicos da SOP aplicaram a metodologia BIM (Building Information Modeling), que permite a criação de modelos digitais colaborativos, otimizando o planejamento, a execução e a gestão das obras.

Os ambientes escolares projetados priorizam conforto, estética e funcionalidade, proporcionando espaços mais acolhedores e estimulantes para a comunidade escolar. A organização do espaço foi feita de maneira a facilitar a percepção visual e a orientação dos usuários de forma intuitiva. O aluno não se perde no ambiente porque há uma abrangência visual ampla. 

Módulos facilitam a construção

Um dos diferenciais do Escola+ é a Biblioteca de Padrões, um acervo de elementos gráficos e arquitetônicos replicáveis que reduzem o tempo de elaboração de novos projetos. Por exemplo: a SOP desenvolve o projeto do refeitório de uma escola a partir da combinação de um jogo de módulos e ele passa a integrar o catálogo, podendo ser usado na criação de uma outra escola, mas com redução de etapas de trabalho. O projeto é adaptado à topografia do terreno e ao número de alunos, entre outros aspectos considerados em cada situação.

A ferramenta fortalece o controle de qualidade, facilita manutenções e atualizações e proporciona significativa redução de custos ao longo da obra.

O Escola+ ainda contempla uma identidade visual específica para as escolas, concebida em parceria com a Secretaria da Educação (Seduc), garantindo unidade estética e funcional entre as escolas da Rede Estadual. A padronização inclui pórticos, sinalização, cores, elementos arquitetônicos e placas, o que reforça o reconhecimento das escolas e potencializa a eficiência na execução de novas obras.

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